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quarta-feira, 27 de julho de 2016
domingo, 24 de abril de 2016
Um aviso do Além
Um aviso do Além
1978
O
dia já amanhecia numa bela manhã de agosto e fui acordado por uma voz que me
chamava.
Ainda
sonolento abri meus olhos e vi a imagem do meu tio Zeca que falou sem dar
maiores explicações:
-
Carlos, eu estou preocupado com a saúde do meu filho Francisco.
Francisco
era o seu filho caçula. Já um homem feito, parecia distribuir saúde, o qual
carinhosamete o chamávamos de Chicão.
A
princípio eu não entendi porque o motivo daquele aviso.
Meu
pai logo surgia a copa para seu café da manhã e eu fui até ele e comentei o
ocorrido:
-
Papai – comecei falando – Tio Zeca me acordou esta manhã e estava preocupado com
a saúde do Chicão. Como vai ele de saúde?
Papai
mostrando surpresa respondeu:
-
Ontem eu o vi na fabrica e me pareceu bem sadio e disposto. O que o Zeca disse?
-
Não disse muita coisa. Apenas se mostrava preocupado com a saúde do filho.
Papai
manteve-se em silêncio e continuou a tomar seu café. Depois foi para para a industria
sem tocar mais o assunto.
Devia
ser bem antes das nove horas, quando ele ligou para a mamãe pedindo que eu
fosse até a indústria.
Troquei
de roupas e fui encontrar papai.
Ao
chegar lá ele apenas disse-me:
-
Meu filho, João Correia quer que você lhe fale sobre que o Zeca te falou.
João
Correia alem de filho do tio Zeca, era o presidente da industria (cera de carnaúba,
sabão, sabonete e velas). Papai era uns dos diretores.
Fui
até João Correia e este pediu que lhe cotasse o que eu havia visto e ouvido do
tio Zeca. Fiz meu relato e não entrei em maiores detalhes, mesmo porque nada havia
além do recado deixado pelo meu tio.
Então,
o Chicão surgiu próximo ao bebedouro a alguns metros e João Coreia disse:
-
Olhe ali o Francisco. Ele está sadio e não tem adoecido há vários meses.
Fiquei
com cara de tacho. Não que eu desejasse que Chicão estivesse doente, mas sua saúde
parecia desmentir categoricamente a minha estória.
Deixei
a indústria sem entender o que havia de fato acontecido que motivasse o aviso
do tio Zeca.
Nesta
época eu morava em Salvador. E estava na cidade dos meus pais de férias. Todos
os anos eu costumava passar minhas férias com eles. Tão logo minhas férias
acabaram retornei para Salvador.
Dois
meses depois, recebi um telefonema do meu pai em que ele me dizia que o Chicão
havia sofrido um neurisma cerebral e se deslocado para o Rio de janeiro para se
tratar. Naquela época, Chicão tinha uma empresa de vídeos que costurava cobrir
eventos, inclusive de casamentos.
Dois
meses já haviam transcorrido desde etão, quando recebi outro telefonema do meu
pai, em que ele me informava.
-
Carlos meu filho, Francisco acabou de falecer enquanto fazia uma cobertura de
um casamento. Ele estava no altar e caiu morto, fulminado devido a um ataque de
neurisma.
Então
eu me lembrei daquela manhã, na qual meu tio Zeca havia deixado o aviso sobre a
saúde do seu filho. Eu tinha um bom relacionamento com o meu tio Zeca quando
este ainda estava vivo. Acredito que por este motivo e por eu ser médio, que
ele me escolheu para dar seu aviso.
quarta-feira, 13 de abril de 2016
MINHA OBSESSÃO
Recomendo esta obra.
"Minha Obsessão" - Autora - Érica Christieh
Sinopse:
Zoe Morgan é uma adolescente de 18 anos, tímida, de poucos amigos, que não possui sonhos e que há muito tempo não se sente notável. Ela luta insistentemente com um passado traumático e cheio de medos. Abusada sexualmente pelo próprio padrasto, Zoe tenta entender os motivos que levaram a sua mãe, Elisabeth Morgan a se preocupar mais em lhe arranjar um emprego, do que perceber o que aconteceu debaixo do próprio teto. Quando obrigada pela própria mãe a ir trabalhar na biblioteca da pacata cidade onde mora, ela conhece Arthur Bernardo, bonito, sorridente e um perfeito sedutor. Porém enquanto ela ainda luta para contar o segredo sobre os abusos causados pelo marido da mãe, se ver perdidamente apaixonada por Arthur e aprisionada por uma obsessão sem fim. Uma história apaixonante que vai prendê-lo até a última pagina.
terça-feira, 29 de março de 2016
O Amor de Catharine
Rio de Janeiro, ano de 1900. Catharine, moça humilde, foge da fazenda onde vivia com seus pais, por causa de Jorge. Vai parar na cidade do Rio de Janeiro, e acaba indo trabalhar na casa dos pais de Roberto, que está noivo de Maria Alice. Moça fútil e rica. Roberto e Maria Alice se casam e Catharine vai trabalhar na casa dos nubentes. Roberto não tem afinidade com sua esposa e cada vez mais, percebe que foi um erro ter se casado com ela, e acaba se apaixonando por Catharine. Nasce um amor forte entre os dois. O que vale a pena por amor? Será que as coisas que são feitas por amor, mesmo que machuque alguém, valem a pena? Catharine nunca teve a intenção de interferir na felicidade de Alice, mas seu amor por Roberto a deixava sem forças. Alice rica e fútil. Catharine moça humilde e cheia de amor para dar a Roberto. Ele, um belo homem, médico e em um casamento infeliz, viu em Catharine, sua empregada, a oportunidade de ser feliz. Mas até que ponto um amor pode ultrapassar as barreiras impostas pela vida?
Logo ele foi para o seu quarto e Alice o
seguiu. Roberto se deitou e ela deitou-se de costas ao seu lado. Ele a abraçou
por trás e gostou se sentir suas nádegas encostadas a sua virilha. Pela primeira
vez eles fizeram amor anal. No inicio Alice reclamou, mas deixou que
contiuasse. Queria de qualquer maneira segurar Roberto e tudo faria para ser
dele a sua preferida.
O dia seguinte, Alice desceu sorridente
e não perdeu a chance de jogar na cara de Catharine a bela noite de amor que
tivera com Roberto.
- Ontem à noite Roberto me surpreendeu. Foi uma noite maravilhosa.
sexta-feira, 18 de março de 2016
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
UM TRECHO DESTE ROMANCE PARA QUE SE DISTRAIA UM POUCO
- Claro. Evoluímos após nos aperfeiçoarmos através da reencarnação. É preciso reparar os erros cometidos no passado de cada um de nós.
- E o que quer me mostrar?
Muhard não respondeu, apenas fez um gesto com uma das mãos e diante de mim surgia uma espécie de abismo em pleno espaço.
- O que é isso? – perguntei assustado.
- O vale dos suicidas – respondeu Muhard.
- Vale dos suicidas?
- Sim. O plano para aonde todos os suicidas vão quando tiram suas próprias vidas. Todos os dias, na mesma hora que eles cometeram esta loucura, eles revivem o que fizeram com suas vidas, e diante deles aparece como tudo seria diferente se tivessem ficado se eles não cometessem suicídio. Tudo teria se resolvido, mesmo que demorasse algum tempo. Não sabiam eles, que ao cometerem suicido, interromperam um plano cósmico que havia sido posto para que fosse por eles vivido. Eles romperam um elo ao qual estavam interligados, afetando assim a vida das pessoas. Cada ser está de alguma forma interligada a outra pessoa e quando acontece deles conterem suicídio, esta ligação é desfeita, mudando completamente a vida do outro. É como se o suicida tivesse colocado um ponto final no que o cósmico tivesse planejado para ser vivido por ele.
- Então, diante do que me revela existe destino.
- Está enganado. O cósmico apenas providencia determinados acontecimentos para que se cumpram os carmas. Nenhum carma é cumprido de forma aleatória. É por isso que dizemos, que nada acontece por mero acaso.
O abismo que me era mostrado por Muhard, era tétrico, escuro, profundo, horripilante e macabro.
- E eles terão outra chance? Ou viverão este tormento eternamente?
- Depende dos seus arrependimentos. Mas se voltarem a vida, voltarão em péssima situação e terão uma vida difícil. Terão que superar inúmeras dificuldades e seus carmas serão maiores que os demais.
- Por que isso?
- Para darem mais valor a suas vidas. Terão que superar a si mesmos.
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